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Volta ao mundo versão culinária

Elle propose un aperçu de son tour du monde culinaire avec des clichés mêlants voyage et nourriture sur Instagram

Unindo suas 2 grandes paixões, viagens e comida, uma web designer indonésia viaja pelo mundo fazendo fotos bem originais das comidas locais.

tour du monde culinaire

Para ler em francês aqui!

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L’homme à tête de chou

Fiquei alguns dias pensando qual artista escolher para inaugurar este  1° post sobre música francesa.

Obviamente, o assunto é vasto, eu não sou especialista de nada e gostaria de dividir com vocês “mes petites trouvailles”.

Serge Gaisnbourg não é nenhuma descoberta. Artista de múltiplos talentos (poeta, pintor, compositor,ator, cineasta e por aí vai..), é conhecido e admirado em vários cantos do planeta. Eu precisaria de muitas linhas para falar um pouco sobre este personagem polêmico, provocador e controverso, vou deixar isto para depois.

Para inaugurar este post, escolhi um álbum que eu adoro e que não foi nenhum grande sucesso de vendas na época. E  como muitas vezes acontece, quase 40 anons depois de seu lançamento, é hoje considerado um grande clássico.

Um dia, andando pelas ruas de Paris, Serge entrou numa galeria e se deparou com a escultura de um homem nú, sentado, braços sobre os joelhos e um pé de couve no lugar da cabeça. Serge acabou levando  l’homme à tête de chou para o jardim de sua casa e é esta escultura que vemos na capa do seu disco de 1976.

O álbum tem 12 faixas, misturando diferentes estilos, passando pelo rock progressivo, pop, reggae. Num álbum que dura 32 minutos, l’homme à tête de chou é um jornalista sem succeso, que se apaixona pela cabeleireira Marilou, que gosta de reggae e de vários outros homens…Quer ouvir?

Album completo aqui :

http://grooveshark.com/#!/album/L+Homme+T+te+De+Chou/5516412

 

Je suis l´homme à la tête de chou
Moitié légume moitié mec
Pour les beaux yeux de Marilou
Je suis allé porter au clou
Ma Remington et puis mon break
J´étais à fond de cale à bout
De nerfs, j´avais plus un kopeck
Du jour où je me mis avec
Elle je perdis à peu près tout,
Mon job à la feuille de chou
A scandales qui me donnait le bifteck
J´étais fini foutu échec
Et mat au yeux de Marilou
Qui me traitait comme un blanc-bec
Et me rendait moitié coucou.
Ah non tu peux pas savoir mec
Il lui fallait des discothèques
Et bouffer au Kangourou
Club alors je signais des chèques
Sans provision j´étais fou fou
A la fin j´y fis le caillou
Comme un melon une pastèque
Mais comment-Je ne vais pas du tout
Déballer comme ça aussi sec
Quoi? Moi? L´aimer encore? Des clous.
Qui et où suis-je? Chou ici ou
Dans la blanche écume varech
Sur la plage de Malibu

 

 

 

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Francês toma banho?

A primeira vez que vim morar na França foi em 1998, logo após aquela fatídica Copa do Mundo, em que Brasil perdeu de 3 x 0 para …a França!

Na minha lembrança isso parece que foi ainda ontem, porém, tecnologicamente tenho a impressão de ter vivido em outra era. Eu não tinha celular, nem computador, muito menos email. Morei no interior da França durante 1 ano e toda a minha comunicação com o Brasil neste período foi à base de cartas. Ainda tenho todas elas guardadas em algum lugar, talvez daqui uns 50 anos eu mostre isso aos meus futuros netos como prova de que existia vida antes da internet 🙂

Nesta época o nosso conhecimento sobre outros países, culturas e afins era baseado naquilo que aprendíamos na escola, com os pais, os amigos, na tv e na coleção da Barsa! Ao menos, lá no interior de São Paulo, era assim. Então, quando estava me preparando para vir morar na França, a minha higiene pessoal passou a ser tema de debate no almoço do domingo : você vai poder tomar banho todos os dias ???

Relembrando este capítulo da minha vida, me parece um tanto absurdo imaginar que há alguns anos atrás, a minha mente ainda era povoada por estereótipos deste tipo. O banho dos franceses era apenas um deles. Quando abordei o sujeito com amigos franceses, muitos ficaram surpresos em saber da fama de “sujinhos”. Depois, conversando com outras pessoas, descobri que até mais ou menos as décadas de 50 e 60, muitos apartamentos em Paris não possuíam banheiro (salle de bains) e assim as pessoas que desejavam tomar um banho deveriam ir até os banheiros públicos, les salles de bains communes.

Pesquisando sobre o assunto, encontrei alguns dados interessantes que talvez expliquem, em partes, de onde vem a tal “lenda” que francês não toma banho:

– de acordo com Le Centre de l’Information sur l’eau, cerca de 25% das habitações francesas não possuíam banheiro em 1978. Você pode ler  aqui

– segundo uma sondagem de 2012, 20% dos franceses não tomam banho todos os dias. Reportagem completa aqui

E para ficar bem claro, os franceses (ao menos os que eu conheço) tomam sim banho com frequência!

E para descontrair e rir um pouco, segue uma animação super legal sobre os famosos clichês franceses :

 

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Gabriel Garcia Marquez, la mort du patriarche

O texto trata da morte do autor de  “Cem anos de Solidão”. Gabriel Garcia Marquez, Prêmio Nobel da literatura colombiana e um dos grandes nomes da literatura hispano-americana, faleceu no dia 17 abril de 2014.

Gabriel Garcia Marquez, la mort du patriarche | Des textes authentiques pour la classe de fle | Scoop.it

Texto disponivel aqui:

http://www.lefigaro.fr/livres/2014/04/17/03005-20140417ARTFIG00417-gabriel-garcia-marquez-la-mort-du-patriarche.php

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